terça-feira, 25 de agosto de 2015

Presidente Sergio Frota esclarece sobre ocupação ilegal da sede do Sampaio

   Um dos campos do CT ocupado por invasores [Foto/Divulgação]
Com sua propriedade invadida por um grupo de sem-terra, em um imbróglio que se arrasta por quase um mês, o clube Tricolor acumula uma série de prejuízos, desde financeiros, até aspectos que atingem o lado técnico da equipe. Sem a segurança devida, a equipe deixou de treinar em seu CT, tratar os atletas no Departamento Médico e concentrar para os jogos importantes da Série B.

- Entendo a situação das pessoas que estão tentando se apropriar do terreno do Sampaio, mas preciso defender os interesses do clube. Trata-se de uma propriedade privada e esse direito precisa ser respeitado. Não tenho dúvidas de que essa motivação, além de financeira, apruma pelo lado político para me atingir - afirmou o presidente Sergio Frota.

O clube se vê obrigado a arcar com custos extras para manter a rotina de treinos. - Fizemos um grande esforço para melhorar a estrutura do CT. Reformamos nossas acomodações para oferecer uma concentração confortável aos nossos atletas, e agora estamos sendo obrigados a ter essas despesas a mais por conta da total falta de segurança e sensibilidade - ressaltou o presidente.

Frota lamenta os fatos ocorridos durante o processo de desapropriação, mas ratifica o seu intuito de que seja respeitado apenas os limites de uma propriedade privada. O técnico Léo Condé também lamenta a situação e ressalta que os deslocamentos para treinos em locais alternativos chegam a afetar a preparação do time, em um momento muito importante da Série B. Com informações do Sampaio Corrêa